TECNOLOGÍAS EFICIENTES DE RIEGO POR GOTEO ADAPTADAS A CULTIVOS LEÑOSOS (RTC-2016-4972-2).
A fruticultura, o principal desafio que enfrenta é o de continuar a fornecer produtos de qualidade e seguros face à diminuição da disponibilidade de água para satisfazer as necessidades das culturas.
Devido às alterações climáticas e à concorrência com outros sectores económicos, prevê-se que os recursos hídricos disponíveis para a agricultura se tornem mais escassos e mais caros nos próximos anos.
Devido às alterações climáticas e à concorrência com outros sectores económicos, prevê-se que os recursos hídricos disponíveis para a agricultura se tornem mais escassos e mais caros nos próximos anos.
Prevê-se que os recursos hídricos para a agricultura se tornem mais escassos e mais caros nos próximos anos.
Para fazer face a esta situação, para além de prosseguir a modernização da irrigação, é cada vez mais importante aumentar a eficiência da utilização da água nas parcelas. A rega localizada é o sistema de rega mais eficiente, no entanto, é uma tecnologia que atualmente não está totalmente adaptada às necessidades e peculiaridades das culturas lenhosas, uma vez que as suas necessidades de água aumentam à medida que o desenvolvimento vegetativo da árvore aumenta.
Com este enquadramento, o principal objetivo da AZUD no projeto RIEGOTEL é o desenvolvimento de novos sistemas de gestão de emissores, permitindo a libertação controlada de água em função das necessidades hídricas da cultura.
Esta solução favorece a redução dos custos energéticos na rega, contribuindo assim para garantir a sustentabilidade económica do sector.
Paralelamente, estão a ser definidos novos desenhos agronómicos de rega gota-a-gota, de forma a determinar o volume de solo molhado necessário para otimizar o estado hídrico da plantação, sem aumentar a componente evaporativa, melhorando assim a eficiência do uso da água e respondendo ao desafio da segurança e qualidade alimentar.
Em conjunto com a AZUD, participam no projeto RIEGOTEL:
O projeto RIEGOTEL (RTC-2016-4972-2) foi apoiado pelo orçamento de despesas do Ministério dos Assuntos Económicos e da Competitividade (MINECO) e foi cofinanciado pela União Europeia no âmbito da chamada Challenges-Collaboration do Programa Estadual de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Orientada para os Desafios da Sociedade, no âmbito do Plano Estadual de Pesquisa Científica e Técnica e Inovação 2013-2016.